domingo, 19 de fevereiro de 2017

Atividades p. 25 – 7º ano

Retomando
1. Durante a crise do Império Romano ocorreu um processo de ruralização. P que foi esse processo e por que ele ocorreu?
Foi uma migração maciça das cidades para o campo. As pessoas não encontravam trabalho nas cidades e tinham dificuldades de sobreviver devido à inflação (alta generalizada dos preços). Além disso, os germanos vinham atacando e saqueando o Império, ocasionando a destruição de suas cidades

3. Sobre o reino Franco:
a. Onde os francos se estabeleceram?
Na Gália, área que compreende parte das atuais França, Bélgica, Alemanha e Polônia.
b. Qual a importância do rei Clóvis?
O rei Clóvis unificou os vários grupos francos, aliou-se a Igreja Católica e impulsionou a expansão militar dos francos
 c. Observe a imagem com atenção e responda: Quem pode estar batizando o rei Clóvis?
O papa, a mais alta autoridade da Igreja Católica.
d. O que o batismo de Clóvis significou?
Significou a aliança dele com a Igreja Católica.

https://www.infopedia.pt/$cristianizacao-dos-francos 



5. Qual era o papel dos monges copistas? Por que ganharam destaque no tempo de Carlos Magno?
Aos monges copistas cabia a tarefa de copiar textos antigos, entre os clássicos da literatura Greco-roma. Graças àqueles monges, então, preciosas obras da Antiguidade chegaram até nós.

Vozes do passado
50 deveres de Carlos magno e do papa (796)
[...] desejo estabelecer com Vossa Santidade um pacto inviolável de fé e caridade [...] O nosso dever é, com o auxilio da divina piedade, defender por toda a parte com as armas a Santa igreja de Cristo, tanto das incursões dos pagãos como das devastações dos infiéis [...]. É vosso dever, Santíssimo Padre, levantar as mãos para deus, como Moisés, para auxiliar o nosso exército de maneira que [...] o povo cristão obtenha para sempre a vitória sobre os inimigos do seu santo nome.
Livro didático: História Sociedade & Cidadania.
3ª edição p. 27 – editora FTD
a. Quem é o autor do texto e que lugar ele ocupava na sociedade da época? O Texto é assinado por Carlos magno que, na época era imperador de um vasto império.
b. Quando e por que Carlos Magno assinou esse pacto com o papa? Assinou-o em 796, com a intenção de solidificar sua aliança com o Papa.
c. Resuma o conteúdo do texto usando suas palavras. O texto trata dos deveres de Carlos Magno com o Papa, e deste com ele. De modo simplificado pode-se dizer que o de Carlos Magno e de seus guerreiros era defender, por maio das armas, a Igreja e os valores cristãos; já o dever do Papa era o de orar pelo sucesso do exército de Carlos Magno.

d. Qual a importância da aliança entre Carlos Magno e o papa na formação do Império carolíngio? A Aliança com a Igreja católica foi decisiva na ampliação do Império carolíngio, pois motivou e conferiu legitimidade à luta que Carlos Magno e seus guerreiros vinham desenvolvendo para conquistar terras e almas para o cristianismo.

Atividades p. 22 6º ano

Atividades p. 22 6º ano
Retomando

1. Observe as imagens abaixo.O que se perceber ao compara a imagem 1 com a imagem 2?

Imagem 1: foto em preto e branco, classe somente de meninas, ausência de recursos tecnológicos,
Imagem 2: foto colorida, classe mista, com meninos e meninas, a existência de um projetor multimídia como suporte aos desenvolvimento da aula.
2. Observe as fotografias a seguir com atenção. O que há em comum entre elas?












Tanto na fotografia 1 quanto na 2, as crianças estão brincando de pega-pega, mas as imagens são de épocas diferentes; note que essa brincadeira continua sendo praticada hoje em dia.

3. A atividade 1 mostra imagens de mudanças ocorridas ao longo do tempo; já a atividade 2 apresenta um exemplo de brincadeira que, mesmo com o passar dos anos, continua sendo praticada.
     a)      Afinal, o que a História estuda? A História estuda as mudanças e as permanências ocorridas nas sociedades humanas ao longo do tempo
     b)      Observe o lugar onde você mora e procure na paisagem algo que mudou e algo que continua como era antes. Anote no caderno a mudança e a permanência. Pessoal
  
4- Copie a ficha a seguir em seu caderno, e complete-a explicando o significado de:
Mudanças
Transformações
Permanências
O que se modifica, mesmo quando passa o tempo.
Historiador
Profissional que escreve sobre o passado e o presente com base em fontes históricas.
Fontes históricas
Todos os vestígios ou pistas deixadas pelos seres humanos na sua passagem pela terra.
Sujeito histórico
Todos nós (pessoas: eu, você, seus pais, professores...) grupos: dos idosos, dos artesãos, das mulheres etc.; instituições: a igreja, a câmara dos deputados, o Exército etc.).

5. Como vimos, o historiador utiliza todos os vestígios disponíveis para produzir o conhecimento histórico. Esses vestígios são as fontes históricas, que podem ser escritas, visuais, orais e materiais. Observe as fontes históricas a seguir e classifique-as.








1. fonte material – 2. Fonte material – 3. Fonte escrita – 4 fonte visual – 5. Fonte oral – 6. Fonte visual.
Para refletir 6º ano – p. 21
Manifestação de crianças
 Centenas de crianças participaram junto com pais, tios e avós de sua primeira manifestação neste domingo (23), no Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio. Com a ajuda dos adultos encheram cartazes de tinta, desenhos e pedidos de um país melhor no futuro e, em vez de palavras de ordem, cantaram cantigas de roda. [...]
“ A gente quer que nossos filhos vivam num país melhor. Por isso, fomos construindo coletivamente esse movimento, com outros pais, pelas redes sociais. [...]”, disse marina [...]
               Já alfabetizada, Dora Dorigo, de 6 anos, pintava um coração de vermelho, num cartaz de próprio punho onde pedia mais paz e amor. A mãe de Dora, a designer Lícia Rubinstein, elogiou o ato infantil.
“É importante que ela comece descobrir formas de manifestar seus sentimentos, seus desejos. Brincando, ela vai aprendendo e absorvendo esses ensinamentos”, disse Lícia. [...]
O objetivo do movimento era pedir democracia, qualidade e segurança nos serviços de transporte e dizer não à violência policial.
Livro didático: História Sociedade & Cidadania 6º ano
3ª edição p. 20 – Editora FTD

a)  O que o texto conta? Ele conta sobre uma manifestação promovida por crianças e adultos.
B) Como os manifestantes organizaram o movimento? Eles organizaram o movimento pelas sociais.
c) O que os manifestantes exigiam? Democracia, melhoria nos transportes e fim da violência policial
d) Pode-se dizer que os manifestantes (mulheres, homens e crianças) fizeram história? Sim, pois eles saíram às ruas para lutar por direitos.

e) O sujeito histórico pode ser individual ou coletivo. Você seria capaz de dar um exemplo de sujeito histórico individual e um sujeito histórico coletivo? Pessoal

Café com Política - p, 65 - 9º ano


Café com Política

                Análises recentes das sucessões presidenciais na Primeira república (1889-1930) mostram que a famosa aliança entre Minas Gerais e São Paulo, chamada de política do “café com leite”, não controlou de forma exclusiva o regime republicano. Havia outros quatro estados, pelo menos, com acentuada importância no celeiro político: Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco. Os seis, para garantirem sua hegemonia possuíam uma forte economia e (ou) uma elite política compacta e bem representada no Parlamento. E, juntos ou separados, participavam ativamente de todas as sucessões presidenciais ocorridas no período.
                Além desses estados, havia dois coadjuvantes respeitáveis: o Exército e o Executivo. Os militares se destacavam no regime em seus primeiros anos – durante a presidência dos marechais Deodoro da Fonseca (1889/1891) e de Floriano Peixoto (1891/’894) –, retornando ao poder em 1910, quando o país foi presidido pelo marechal Hermes da Fonseca (1910/1914). [...] Já o Executivo Federal conseguiu o privilégio de intervir sobre as oligarquias mais frágeis, impondo seu controle sobre elas quando julgasse oportuno, além de exercer atuação marcante na sua própria sucessão. [...]
                O poder de Minas Gerais nesse período é explicado não pela força econômica do gado de leite, mas pela sua projeção política garantida pela bancada de 37deputados, a maior do país. E a influência de Minas, também deriva da forte cafeicultura, já que foi o segundo maior produtor de café do Brasil até o final da década de 1920, sendo responsável por 20% em média. A expressão mais para a pressuposta aliança Minas Gerais seria, então, “café com café e não café com leite”.
Livro Didático História Sociedade e Cidadania- 9º ano
3ª edição- editora FTD p. 65
Para Refletir

A) Para a autora do texto, a tese de que São Paulo e Minas dominaram a política na Primeira República não se justifica. Que argumentos ela usa para derrubar a tese do “café com Leite”.
Ela chama atenção primeiramente para a existência de quatro outros estados que também tinham força na política nacional: Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia, e Pernambuco. A seguir, mostra que o Exército e o poder Executivo também influenciavam na escolha do presidente da República durante a Primeira República.
B)Segundo o texto, o que explica a força de Minas Gerais na política nacional?
O poder de Minas Gerais devia-se a dois fatores: o fato de possuir a maior bancada do país (37 deputados) e de ser o segundo maior produtor de café do Brasil na época.
C) Você considerou os argumentos da historiadora convincentes? Justifique.
Pessoal
 

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Dialogando p. 20 – 7º ano

Lei de Carlos Magno
"A todos. Aprovamos também o que o Senhor ordenou pela lei, para que os trabalhos servis não sejam feitos aos domingos [...] que o homem não seja obrigado aos trabalhos dos campos, nem desbravar florestas, nem derrubar árvores [...] Só se permite fazer três tipos de transporte, os transportes militares ou os transportes de víveres [...] conduzir um corpo ao cemitério”.

1. Qual o conteúdo dessa lei de Carlos Magno?  

A lei proibia o trabalho no domingo, tido pela igreja como o dia do repouso.
2. Quais os únicos trabalhos que podiam ser feitos no dia considerado pela Igreja como dia de repouso? 
Os únicos trabalhos permitidos eram: transporte militar, o de alimentos e o de pessoas falecidas.
 3. O que Carlos Magno pretendia com essa lei?
  Fortalecer sua aliança com o clero, seu principal auxiliar no campo da administração e da justiça. 

 

O que é história - 15 - 6º ano

   Diz-se algumas vezes: “A história é a ciência do passado.” É [no meu modo de ver] falar errado [...]
   Há muito tempo [...] Michelet, Fustel de Coulanges nos ensinaram a reconhecer: o objeto da história é [...] Por trás dos grandes vestígios [...] da paisagem, [...] por trás dos escritos [...] e das instituições [...] são os homens que a história quer capturar. [...].
   Do caráter da história como conhecimento dos homens decorre sua posição específica [...]
     Ciência do homens, dissemos. É ainda vago demais. É preciso acrescentar: “ dos homens no tempo”.
Bloch, Marc L. B. Apologia da história ou o Ofício de historiador

 1. Que ideia o autor do texto critica?
Ele critica a ideia de que a história é a ciência do passado.
2. Para o autor do texto o que é a História?
É a ciência que estuda os homens no tempo.
3. Com base neste texto e no que você aprendeu sobre o assunto, qual a importância do tempo para a História?
O tempo é categoria central para a história. Ao levar em conta o tempo em sua análise, o historiador ganha fôlego para aumentar a compreensão sobre um fato ou época.
3. Você tem conseguido usar bem o seu tempo? Tem conseguido conciliar estudo e lazer?

Quem foi afinal Antônio Raposo Tavares? - p. 37 - 8º ano

     Antônio Raposo Tavares [...] faz parte dos rol dos grandes bandeirantes e, pela visão dos colonos, foi um verdadeiro herói, responsável pelo alargamento das fronteiras, pelo controle e domínio das matas, por comandar lutas contra espanhóis, por participar da campanha contra os holandeses.
     Sob o ponto de vista indígena, dos jesuítas e de centenas de milhares de famílias, certamente está na galeria dos assassinos e dos grandes invasores, capaz de matar, saquear vilas, incendiar igrejas, separar pessoas queridas, que por ele eram tratados como mercadoria, sendo aprisionadas e maltratadas. Afinal, sua atividade era exclusivamente de apresamento de índios para negociar como escravos.
       Raposo Tavares, assim como muitos paulistas, viu nesse empreendimento a chance de sobreviver e de enriquecer [...]
    Além disso, os bandeirantes souberam usar os atritos internos entre os próprio índios, suas rivalidades, seus desejos de vinganças. Dessa forma, conseguiram aliados nativos, que foram igualmente responsáveis pelos aprisionamentos.
RAMOS, Fabio Pestana: MORAIS, Marcus Vinícius de.
Eles Foram o Brasil. São Paulo: Contexto, 2010. p. 129 e 131.
1 Na visão dos colonos que foi Antônio Raposo Tavares? Foi um herói, responsável pela expansão das fronteiras que hoje é o Brasil.
2. E na visão dos indígenas e jesuítas, que foi Antônio Raposo Tavares? Na visão de indígenas e jesuítas, ele foi um assassino, capaz de tudo para escravizar e vender pessoas.
3. Segundo o texto, os indígenas também colaboraram para que as bandeiras de caça ao índio conseguissem seu objetivo. Explique. Os bandeirantes aproveitaram da rivalidade entre os indígenas para se aliarem a um grupo em sua luta contra outro. Assim segundo o texto, os
 grupos indígenas aliados dos bandeirantes também foram responsáveis pela caça ao índio.
3. Em dupla. Avaliem, reflitam e respondam: e para vocês, quem foi Antônio Raposo Tavares?

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Ola galera!
 2017 chegou!
As aulas se iniciaram nos próximos dias e com elas as novas postagens. O livro didático também mudou. Nos anos de 2017, 2018 e 2019 usarei o História Sociedade &Cidadania.
Autor: Alfredo Boulos Júnior
3ª edição da Editora FTD

Até breve!

domingo, 28 de junho de 2015

Atividades p 130 – 8º ano

Organizar o conhecimento
1.      Em seu caderno, defina os termos a seguir
a.      Consulado:  órgão que governava a França antes do golpe de Napoleão Bonaparte.
b.      Santa Aliança:  pacto militar que assegurava às nações participantes o direito de intervir em países para reconduzir ao poder governos destituídos por revoluções liberais.
c.      Bloqueio Continental:  decreto proferido por Napoleão Bonaparte, no qual ficava proibido que os países europeus continentais negociassem com a Inglaterra.
d.     Congresso de Viena: Reunião de governos europeus cujo objetivo era reorganizar as fronteiras da Europa
e.      Código Civil Napoleônico:  Organização e unificação das leis que surgiram desde o início da revolução

1.     Observe atentamente o mapa da página 127, que mostra o império Napoleônico em 1811.
a.     Qual era o principal adversário da França? Que meridiano passa por ele? Em que áreas estavam localizadas as principais bases navais desse país? A Inglaterra e o Merediano de Greenwich. As principais bases navais inglesas estavam localizadas no Mar Mediterrâneo (próximo à Espanha e à Península Itálica) no Mar do Norte.
b.     Que países europeus formaram uma coligação para combater as tropas de Napoleão Bonaparte, em 1803? Inglaterra, Áustria, Prussia e Rússia
c.      Quais eram os países e estados dominados por Napoleão até aquele período?  Espanha, Suíça, reino da Itália, reino de Nápoles, Províncias Ilírias, Confederação do Reno, Grão-Ducado de Varsóvia.
d.     O que foi a Confederação do Reno? A confederação do Reino reunia 16 estados do antigo Sacro Império Romano Germânico.
e.     Que países da Europa não aderiram ao Bloqueio Continental? Portugal e Rússia,


Atividades p. 129 – 8ºano - Um Problema

A Imagem de Napoleão
Apesar de sua grande popularidade, Napoleão Bonaparte também Foi muito criticado, como mostra a historiadora Raquel Stoiani.
“Uma preocupação constante de Napoleão Bonaparte foi a construção de sua imagem pública. Enquanto esteve no poder (1799-1815), ele estruturou uma complexa máquina de propaganda. Do homem da paz ao deus da guerra, do herói revolucionário, [...] modificava sua figura pública de acordo com as necessidades do momento. Seus opositores, por sua vez, buscava sua figura pública de acordo com as necessidades do momento. Seus opositores, por sua vez buscaram desfigurá-lo com o mesmo empenho. [...]
Madame de Stël (1766-1817), escritora e dona de um famoso salão literário em Paris, também foi juíza severa do regime napoleônico. [...] sua principal acusação a Bonaparte é a de assassino do idealismo republicano. [...] è retratado como um egoísta manipulador dos homens, sem fé ou pátria, que não teria outro propósito além de sua própria grandeza. [...]
E além: com a vinda da corte portuguesa para o Brasil, em 1808, a má fama de Napoleão desembarcou no trópicos. Afinal, D. João deixou Portugal escapando dos invasores franceses. Na Gazeta do Rio de Janeiro [...] fez circular o discurso e as imagens antinapoleônicas. Um levantamento estatístico das palavras utilizadas no jornal para se referir a Bonaparte indica os termos ‘tirano’ ‘usurpador’ e ‘corso’.
Livro didático p´. 129
1.      Como Napoleão divulgava sua imagem? Napoleão Bonaparte divulgava sua imagem conforme a necessidade do momento. Assim, havia situações em que eles se mostrava como o homem da paz, o deus da guerra, o herói revolucionário ou a vítima dos contrarrevolucionários.
2.      O que Madame de Staël quis dizer ao chamar Napoleão de “assassino do idealismo republicano”? Madame Staël provavelmente criticou o fato de Napoleão ter ignorado os princípio do iluminismo de limitações dos poderes dos governantes ao iniciar um governo cada vez mais despótico (o império).
3.      Como era a imagem de Napoleão em Portugal e na América portuguesa? Que acontecimentos alimentou essa visão? Tanto em Portugal com na América portuguesa, Napoleão era visto como um tirano, usurpador, louco e associado ao anticristo. O acontecimento imediato que alimentou essa visão foi a invasão de Portugal pelas tropas francesas, medidas que Napoleão adotou como retaliação à política dúbia do governo português diante do Bloqueio Continental. É preciso considerar, também, i imaginário popular, em que era forte a ideia de um salvador do reino, que iria conduzir os portugueses em uma nova Cruzada, da monarquia cristã lusa contra a racionalidade da Revolução Francesa


domingo, 24 de maio de 2015

Atividade p. 105- 7º ano

Michelangelo e a capela Sistina
Michelangelo foi um artista italiano que se dedicou à pintura, à escultura e à arquitetura e se consagrou como um cós artistas mais importante do Renascimento.
Em 1508, Michelangelo recebeu do papa Júlio II a encomenda de decorar com pinturas algumas partes do interior da Capela Sistina, nome dado em homenagem ao papa Sisto VI 1471 – 1484, que ordenou a construção da capela.
As pinturas do astista no teto da Capela são releituras de episódios bíblicos. Na parede do lado esquerdo, no alto, o artista produziu afrescos sobre a vida de Moisés e, do lado direito cenas sobre a vida de Jesus Cristo.
Michelangelo trabalhou praticamente sozinho e demorou quatro anos e meio para construir a obra, que revela grande domínio do espaço e da técnica de perspectiva.
               Em 1536 sob as ordens do papa Paulo III, Michelangelo pintou em uma das paredes da capela a obra Juízo Final. No afresco, Michelangelo representou a segunda vinda de Jesus Cristo e o destina dos pecadores e dos eleitos.
Muitos contemporâneos de Michelangelo consideraram as obras da capela uma heresia. Para esses críticos, o artista estava mais preocupado com questões artísticas do que religiosas, já que os afrescos não eram representações fiéis dos acontecimentos narrados na Bíblia.


Detalhe da pintura A Criação de Adão, de Michelangelo, 1508 – 1512. Capela Sistina, Vaticano, neste afresco, o artista representou o momento em que Deus teria dado vida ao primeiro homem, adão, por meio do toque. Segundo a narrativa bíblica, porém, Deus teria dado vida ao soprar as narinas dele.
1.      Qual é o tema da obra A Criação de Adão? Existem elementos nessa pintura que justificam sua resposta? Quais? O tema principal e a criação do homem. Um dos indícios é o próprio título da obra.
2.      Quem são os personagens principais desse afresco? Identifique-os e descreva-os.  Os personagens principais são deus e Adão. Adão foi representado ao lado esquerdo inferior da imagem. Ele esta nu, com o corpo levemente erguido. Um dos braços do personagem está estendido em direção a deus, que foi representado do lado direito superior da imagem, como um homem branco mais velho, com barbas e cabelos longos e brancos, vestindo uma roupa solta e leve, de cor rosa (semelhante às roupas da Antiguidade). Deus está rodeado de anjos e de outros “seres celestes”. Ele está estendendo sua mão direita em direção a Adão. A mulher que esta sob um dos braços de Deus é Eva.
3.      Que característica da pintura renascentista estão presentes na obra A Criação de Adão?  Os corpos de deus e de Adão tem características humanas,  reais, ou seja, não são representações estilizadas. Além disso, existem uma ligação direta entres criador e criatura, entre Deus e os homens. O homem aparece como a criação perfeita de deus, elevado a um patamar de igualdade em relação ao criador.
4.      Que instituição teve importante papel como mecenas para a arte renascentista? Estabeleça relação entre essa instituição e o trabalho de Michelangelo na Capela Sistina. A Igreja católica. A arte renascentista foi grandemente patrocinada pela igreja católica, em especial por alguns papas como Julio II, Clemente VII e Paulo III. Michelangelo foi contratado pelo papa Júlio para que conduzisse a decoração do recinto. Para a Igreja Católica, a arte era uma forma de demonstrar o poder da instituição, dos próprios papas e de reforçara a fé católica. Para Michelangelo, o mecenato da igreja garantia recursos para a condução e concretização de suas pinturas e de outras obras de arte.



Atividades p. 104 - 7º ano

Atividades p. 104
1.      Cite três mudanças ocorridas na Baixa Idade Média que favoreceram o desenvolvimento do humanismo e do renascimento.
A expansão comercial e urbana; A valorização da vida terrena e das realizações humanas e o enriquecimento da burguesia

2.      Asa expressões a seguir, com exceção de uma estão ligadas por um tema que é comum a todas elas. Identifique esse tema unificador, elimine a palavra que não faz parte do grupo e escreva, em seu caderno
renascimento, humanismo, valorização da Antiguidade Clássica, estímulo ao desenvolvimento científico, defesa de deus como o centro do Universo.
O tema unificador dessa expressões é o movimento renascentista. A expressão que não se encaixa é a  defesa de deus como o centro do Universo, pois o Renascimento definia o homem como o centro do universo.

3. Responda as questões com base nos desenhos abaixo.

a. qual teoria sobre a visão de um universo cada desenho representa? Explique as duas teorias. O desenho 1 representa a teoria geocêntrica e o desenho 2 a heliocêntrica. A primeira delas defendia que a terra era o centro do universo, em torno da qual giravam o Sol e os demais palnetas. Essa explicação, predominante no período medieval, tinha a Igreja como principal defensor. A teoria helicêntrica foi desenvolvida por Nicolau Copérmico e postulava que o Sol era o centro do universo e que a terra e o demais planetas giravam em torno dele. Essa nova visão relacionava-se com as novidades científicas ocorridas no período renascentista.

b. qual dos desenhos representa a visão que os humanistas tinha do universo?  O desenho 2 representa a visão que os humanistas tinham do universo.

Atividade p. 86 -7º ano

1.      Em seu caderno, defina os termos abaixo.
a.      Jacqueries: revoltas populares que eclodiram na França e se dirigiram contra os senhores feudais.
b.      Coroporaçoes de ofício: Nome dado às associações de artesão durante a Idade Média
c.      Universidades:  Instituições dedicadas ao ensino criadas na Europa no século XII.
d.      Arquitetura gótica: Estilo arquitetônico da Baixa idade Média que teve sua Maior expreessão nas catedrais.
e.      Peste Negra: doença provocada por uma bactéria transmitida ao ser humano por meio de pulgas contaminadas que se alojam nos ratos. A doença vitimou, no século XIV, cerca de um terço da população europeia.
f.       Escolastica: Corrente filosófica que procurava conciliar a fé e a razão.
3. Em seu caderno, monte uma ficha sobre a peste negra com os itens a seguir
a.      Causa da doença: A bactreria Yersínia pestis.
b.      Como é transmitida ao homem: Poe meio da picada de pulgas contaminadas com a bactéria que se alojam em ratos.
c.      Origem da doença: China ou Ásia central.
d.      Como a doença entrou u a Europa: Por meio de rotas comerciais que ligavam o Oriente ao ocidente ou por meio de navios vindos da Ásia que atracavam em Constantinopla
Como a doença afetou a demografia, a economia e a mentalidade dos europeus: demograficamente: cerca de 20 a 25 milhões de pessoas morreram; o que representa um terço da população europeia do período. Economia: redução da mão de obra disponível, queda da atividade econômica e desabastecimento

domingo, 12 de abril de 2015

Cruzadinha- Época do Ouro

A Época do Ouro

Across
3. século em que foi encontrado ouro em Minas Gerais.
5. Foi elevada a categoria de distrito, subordinada a capitania de São Paulo.
13. Doença que atingia os escravos que trabalhavam na mineração.
14. Foi para a região das minas na esperança de se enriquecer.
15. Produto cultivado pelos colonos antes da descoberta de ouro.
19. Locais onde viviam os primeiros moradores das minas.
20. Uma das duas primeira cidade Mineira.
Down
1. Tipo de ouro facilmente encontrado nos leitos dos rios.
2. Distrito criado na áreas de mineração de diamantes.
4. Expedições que encontraram ouro em Minas Gerais.
5. Imposto cobrado por cabeça de escravos.
6. Principal imposto cobrado pela Coroa portuguesa.
7. Lotes pelos quais as lavras eram divididas.
8. Pequenas lavras de ouro.
9. Arraial onde foi encontrado diamantes em Minas Gerais.
10. Casas onde o ouro era transformado em barras.
11. Cobrança de imposto atrasado.
12. Guerra entre paulistas e forasteiros pelo controle das áreas mineradoras em  minas.
16. Órgão público que tinha a função de administrar os espaços públicos.
17. Tipo de escravo usada nas minas.

18. Funcionário da Coroa responsável pela extração de diamantes.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Introdução aos estudos históricos

Localize as expressões a seguir e depois defina-as.

AMPULHETA ARADO ARPÃO AUSTRALOPITECO BRONZE CALENDÁRIO CLEPSIDRA COBRE COMÉRCIO CRIACIONISTA DARWIN ERECTUS ESCRITA HISTORIADOR 
HISTÓRIA JERICÓ NEANDERTHALENSIS  NEOLÍTICO NOMÂDES PALEOLÍTICO
RELÓGIO SAPIENS SEDENTÁRIOS


R O G H C X E H H N F K X H O N Q Q Z V B R V E J O M A R F
X I Y S C A J R J B I C O C E M J I O W L O Z K E H F M X K
J C Z O Y H L V E O O Ã Q A G H B S R H I D I Z C R A V Y K
P R G R L R O E L C P N N T N W H L U G W A V L I T D Y V P
V É G X R U E C N R T D H O E H O K Z C M I X B L C K S I D
I M W A R A A H A D E U G O D A E Y Z J A R E W K E F V P P
H O S W K Y N I N R Á K S D U O Z K W P K O G K Y Q A C D J
B C J G K X K C T N A R B G Y J N F M L S T C L C L Z M V R
G Y X K M I U H A Z A G I E L J O O R W L S F W X W T B C C
T Ó I V N D A O C E T I P O L A R T S U A I O A L Y Q P R Y
B Q C Z T L N K C I G C U J Z Z B J D M C H D R P U K B X Q
S Y G I E A R A D O T Z L E F J E O S C O W O O N F W S F B
A Z C N R T H Z G T Z A C U L A A A L Q N P T T E W M G Z X
E T S E D E N T Á R I O S Y Q S A P I E N S R U R F B J S Z
I I S D Y Q J M U B O G W U R E Q Y B R W D A J P I R A D A
S R W I V Y M G Z C M W H T Y L W M P D Ó D U Q P H X T A M
U G J O N H U A Z C M A Z N V R M A R F P T J L E J Z E O P
O R H N T O T L L O C I T Í L O E N F R K N S S C T E C M U
U G C Q O O I E V U H U T J E S M U C R W I C I Q X I U Y L
F J K N J F P C V J Q F U W E U R K B V V R R Q H T I X Z H
N E O X C S S L A Y D H A S T F I U P T I O O O Í B D G F E
O E O X I Z X N W I R L R K H B O Z J T Y T I L U X P I T T
M B A D L M Y P G N R M B B E V M P A B T G O C W K O O X A
 E R Z I W W M N O D C T P Z B M Y H I Ó E N X W V U V R O
D A G V B Q H B O S X D X J C Z X R D L L V F R N T M A G H
E Q F Z M I N Z E N O I Y Y H O F C E A G E L Z D L K I T T
S Z E P G A Y D L U K K X Z N D B R P O P B Q X J Q Q Y H Y
Q Q P H E N P K R S F N I W R A D R K J V M B M Q H J O L Q
G N E U O F N B L V B J T I H O X F E F O T F Q C A X L M S
S K N Y A X F W V C X Z C M K T E H Z F N O R A P D X U C E 

domingo, 29 de março de 2015

Atividades p. 42 – 8º ano



1.      Defina os termos a seguir
a.      Casas de fundição: locais onde o ouro era transformado em barras e onde se recolhia a parte que cabia à Coroa portuguesa.
b.      Datas: lotes nos qauis eram divididas às minas de ouro descobertas pelos mineradores.
c.      Faiscação: pequenas lavras de ouro.
d.      Quinto: principal imposto cobrado pela Coroa portuguesa sobre o ouro extraído no Brasil, que correspondia a 20% de todo o metal encontrado pelos mineradores.
e.      Derrama: Obrigação dos minérios de completar com recursos individuais a cota de ouro anual (100 arrobas) estabelecida pela Coroa.
f.       Sistema de capitação: imposto que estabelecia a cobrança de 17 gramas de ouro por escravo.
2.      Em seu caderno, copie o quadro a seguir com informações sobre a exploração de diamantes na América portuguesa.
Exploração de diamantes
Quando e onde foram encontrados
Os diamantes foram encontrados na região do Arraial do Tejuco, atual Diamantina, no início do século XVIII.
Forma de controle exercidas sobre a atividade
Criação do Distrito Diamantino (1734), isolando a região do restante da colônia, e cessão do direito de exploração dos diamantes somente aos contratadores, funcionários reais.
Mudanças ocorridas após 1771
Estabeleceu-se que a exploração seria feita diretamente pela Coroa por meio da criação da Real Fazenda. No início do século XIX, com a decadência da produção, a administração portuguesa foi, aos poucos, liberando a garimpagem em algumas áreas. O Distrito Diamantino dói dissolvido em 1882.
Aplicar
3.      Leia o texto a seguir e responda às questões.
“Nessa sociedade, onde tudo se comprava com o dinheiro, poucas moedas circulavam. Em compensação, o ouro em pó {...} circulava com muita intensidade, mesmo após a instalação das primeiras casas de fundição em 1719. A monetização fazia parte da rotina dos moradores.
Não é à toa que o comércio de todo tipo fez-se presente [...]. negociava-se tudo; escravos, animais, gêneros alimentícios, bebidas, tecidos, ferramentas, medicamentos. Adornos e objetos das mais diferentes espécie, produzidos na região ou trazidos de fora. [...]Negras, com seus tabuleiros de quitandas, enchiam as vias urbanas[...].
Comparas a crédito e pagamentos parcelados, assim como dívidas corriqueira, provenientes de pequenas negociações, e anotadas em livros específicos, eram operações realizadas com freqüência e sem muita parcimônia. [...[
Um outro procedimento recorrente naquela sociedade monetizada foi o penhor de bens, principalmente de artefatos de metais e pedras preciosas. O negócio acabava sendo a salvação de endividados e parece ter rendido bons lucros para os credores. Dos 357 testadores investigados, 38 (10,64%) encontravam-se envolvidos nessa atividade, incluindo os proprietários que penhoram seus escravos.”
Livro didático Projeto Araribá – 3ª edição p. 42
a.      Pode-se afirmar, segundo o texto, que o comércio na região das minas era pouco ativo? Explique. Não, pelo contrário, o texto apresenta o comércio como uma atividade muito dinâmica na região das minas, onde se negociava de tudo, desde escravos, gêneros alimentícios e ferramentas, até artigos vindo de fora.
b.      A abundância de ouro possibilitou a monetização da sociedade mineira? Justifique. Sim. Como havia  ouro em grande quantidade, o ouro em pó, extraído do leito dos rios, tornou-se moeda de troca para aquela sociedade, ou seja, passou a ser usado como dinheiro.
c.      Que outras práticas adotadas no comércio do Brasil atual também se tornaram comuns na região? Quais teriam sido as vantagens e as desvantagens desse tipo de negociação? A venda a crédito e o pagamento em parcelas. As vantagens existem para o comerciante e para o cliente. A venda a crédito permite ao comerciante atrair uma parcela maior de fregueses e, se a negociação prevê a cobrança de juros, ele pode compensar as perdas causadas pela inflação. Para o cliente, principalmente aquele que não tem dinheiro para pagar a vista, a venda a crédito possibilita que ele adquira mercadorias e vá quitando sua dívida aos poucos. A desvantagem principal é o risco que corre o comerciante de não receber pela mercadoria vendida.
d.      De acordo com o autor, muitas pessoa endividadas em Minas Gerais penhoravam seus bens. Explique para os colegas o que isso significava. Penhorar os bens significa dar esse bem, que pode ser um terreno, uma casa ou um a Jô do cumprimento de uma obrigação um empréstimo ou do cumprimento de uma obrigação assumida.

4.      A pintura as seguir foi produzida pelo artista Antônio Parreiras por volta de 1923. Com um colega, observem com atenção a imagem e responda às questões.
a.      Que personagem e acontecimento histórico foram representados nessa pintura? Como é o cenário criado pelo artista? Parece ser um cenário urbano ou um cenário rural? Por quê? A pintura de Antônio parreira representa o julgamento de Felipe dos Santos, líder da Revolta de Vila Rica (1720) que foi condenado à morte. Em primeiro plano vemos a figura do condenado, Filipe dos Santos. Perto dele estão dois negros , provavelmente escravos, um deles ajoelhado, e um cavalo. No entanto podemos ver algumas autoridades e populares assistindo ao julgamento. O cenário é urbano, pois nele aparecem algumas construções, entre elas uma igreja, característica das cidades mineiras da época colonial.
b.      Com base no que vocês estudaram nesta unidade, explique os acontecimentos que resultaram no episódio pintado pelo artista. A Revolta de Vila Rica ou Felipe dos santos, em 1720, decorreu, sobretudo da insatisfação dos mineradores de Vila Rica com relação  a notícia da criação das Casas de Fundição nas Minas Gerais. Para tentar impedir o contrabando de ouro, a Coroa portuguesa aumentou a fiscalização nas áreas de mineração e na cobrança de impostos. Para isso, foram criadas as casas de Fundição, locais onde as autoridades recolhiam o quinto e transformavam o ouro em barras, gravadas com o selo real. Diante dessa situação, o comerciante português Filipe dos Santos organizou um movimento em Vila Rica para protestar contra a instituição das casas de fundição nas Minas Gerais. O Governador da capitania, o conde de Assumar, acabou reprimindo os revoltosos, prendendo-os. Filipe dos Santos considerado o líder do movimento, foi o único condenado à morte.
c.      Essa obra de Antônio Parreiras foi produzida por volta de 1923, mais de duzentos anos após o fato representado. Na opinião de vocês, que fonte o artista pode ter utilizado para produzir sua obra? A pintura é uma representação fiel do que teria ocorrido? As pinturas históricas não são representações da realidade do período que se pretende representar, mas revelam, sobretudo, aspectos do presente do artista, suas preocupações, técnicas etc. Além disso, artista como Antônio parreiras, que representou um acontecimento histórico que ele não vivenciou, recorrem muitas vezes a diversas fontes históricas (como relatos, livros didáticos, registros oficiais ET.) para produzir suas obras de arte.